Prefeito de Fortaleza de Minas avalia Programa de Apoio à Gestão Pública (AGP) do Instituto Votorantim

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A Interação Urbana concluiu as atividades do Programa de Apoio à Gestão Pública (AGP) do Instituto Votorantim no município de Fortaleza de Minas com planejamento das ações de governo e elaboração do Plano Plurianual.

No dia 29/11/2017, o Instituto Votorantim publicou em seu site uma entrevista com o prefeito Adenilson Queiroz, que fez um balanço do programa neste início de gestão.

Acompanhe a íntegra da entrevista:

 

 

 

 

 

Adenilson Queiroz: “2017 foi um ano para botar a casa em ordem e o AGP ajudou muito nesse processo”

O ano está chegando ao fim e é chegada a hora de fazer balanços da trajetória já percorrida e pensar os desafios que o futuro reserva. No AGP não é diferente. Convidamos para esta edição o prefeito da cidade mineira de Fortaleza de Minas, Adenilson Queiroz – também conhecido como Adenilson da Van -, para fazer uma avaliação do primeiro ano de sua gestão e apontar os planos para 2018.

Adenilson destacou a contribuição do AGP na construção do Plano Plurianual (PPA), um instrumento que tem ajudado a gestão a andar nos trilhos do ponto de vista financeiro, e o apoio da Votorantim no relacionamento da prefeitura com a sociedade civil em geral. Confira o bate-papo.

 

1 – Gostaria de começar com uma breve avaliação sobre este primeiro ano da sua gestão.

Claro. Na verdade eu já tinha participado da vida pública como vereador entre 2012 e 2016. Assumi este ano como prefeito e peguei a prefeitura com poucas dívidas, mas com algumas questões para resolver. O desafio foi garantir a melhoria de equipamentos, como veículos e maquinários, e compra de suprimentos, como remédios para o hospital. Demorou quase cinco meses para colocar tudo em ordem.

2 – Então foi um período de entender o cenário e ajustar rotas.

Sim. Foi um ano de botar a casa em dia.

3 – Pode citar algumas medidas que foram adotadas para equilibrar as contas da prefeitura?

Foram várias pequenas mudanças de atitude e de processo que, juntas, fazem a diferença. Por exemplo: treinei profissionais concursados para executarem funções que antes eram terceirizadas. Nisso, acabamos economizando um pouco. Também criamos procedimentos para compras. Antes, todo dia se comprava uma coisinha por aqui. Agora é tudo organizado dentro de um sistema: tem data para fazer os pedidos, data para entregar. Sabemos tudo que entra e onde o dinheiro está sendo aplicado. Isso faz muita diferença para equilibrar gastos.

4 – E de que forma o Programa de Apoio a Gestão Pública contribuiu e está contribuindo para avanços no município?

Essa parceria foi muito importante pra gente. Estamos aprendendo muito e aplicando todo esse conhecimento no dia a dia. Minha avaliação é que o controle das finanças na prefeitura não estava bem organizado. Aos poucos fomos colocando tudo em ordem. E tudo de uma maneira muito participativa. Todas as lideranças foram envolvidas. Foi um processo muito rico.

5 – O programa também apoiou o desenvolvimento do Plano Plurianual (PPA), certo?

Sim. E isso é uma grande conquista. Um dos destaques do ano. O plano está pronto, aprovado e já foi apresentado à população.

6 – E como foi este processo?

Muita gente se envolveu no processo, dando ideias, debatendo. Foi muito interessante. Independente se a pessoa é ou não um adversário político, ela foi convidada a participar. A equipe inteira se envolveu. Agora temos um instrumento que vai nos ajudar a olhar para o futuro, para ações de médio e longo prazo.

7 – Tudo isso foi comunicado à população?

Sim, o tempo todo. É muito difícil estimular a participação popular, mas estamos conseguindo. Nesse sentido, a Votorantim foi muito importante. Ela nos ajudou a organizar reuniões nos bairros, inclusive na zona rural para comunicar à população sobre o nosso plano. Acho que o povo precisa se envolver. Acredito que isso faz toda a diferença.

8 – Considerando o cenário político-econômico mais geral, quais são os atuais desafios?

Temos muitos desafios. Um deles é gerar mais emprego e renda. Por isso estamos buscando desenvolver o campo. Fortaleza de Minas é um município de característica rural. Queremos voltar a produzir algumas culturas que eram muito fortes 20 anos atrás, como café e leite. Em 2018 vamos correr atrás disso.

9 – E o que está sendo pensando para 2018? Para qual direção sua gestão está olhando?

Continuaremos firmes no controle das finanças. Por exemplo, já estou com a folha do 13° salário toda garantida e entro no ano que vem sem dívidas. Isso dá muita tranquilidade. Além da questão de trabalho e renda que já comentei, também quero investir na Educação. Vou buscar parcerias para financiar projetos nessa linha. Não é fácil, mas é preciso priorizar a Educação. É daí que vem a transformação.

10 – Então deverá ser um ano de muito trabalho…

Muito trabalho e muitas transformações. Sinto isso por onde eu ando. Participo de um grupo que reúne 30 prefeitos aqui da região e sinto que todos estão engajados em enfrentar essa crise e promover transformações que fortaleçam  as cidades. Em 2018 teremos eleições e a mudança deve começar por aí. Acho que ainda vamos passar por um ano de muitas dificuldades, mas precisamos enfrentá-las. E juntos [poder público, iniciativa privada e sociedade civil] somos mais fortes.



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